• OE. Cravo

OE. Cravo

Usado em loções e vaporizações para limpeza da pele do rosto, em produtos de higiene bucal para fazer assepsia e promover um hálito agradável, em banhos de imersão aromáticos e águas perfumadas. É também eficaz no combate à acne. O óleo pode ser usado para massagear músculos doloridos, para suavizar estrias e é eficaz no tratamento de unhas quebradiças, rachadas ou fracas e de calosidades.

O eugenol, presente no óleo essencial, tem ação bactericida, o que o torna útil para preservar e prolongar a validade de compotas e conservas. Em alguns países, costuma-se introduzí-lo juntamente com dentes de alho dentro de pernis e presuntos. Na Europa, é muito usado para condimentar carnes e salames. Já no Brasil, o cravo-da-índia é usado mesmo para pratos doces, hábito adquirido da nossa colonização portuguesa.

O cravo-da-índia é um condimento versátil que pode ser usado tanto em pratos doces como em pratos salgados. É normalmente empregado no preparo de caldos, ensopados, doces, pudins, bolos, tortas de maçãs, pães, vinhos e ponches quentes e licores.

Modo de Usar :

Principios Ativo : Eugenol, acetato de eugenol, beta-cariofileno, ácido oleânico, triterpeno, benzaldeído, ceras vegetais, cetona, chavicol, resinas, taninos, ácido gálico, esteróis, esteróis glicosídicos, kaempferol e quercetina.

Indicações : Dor de dente, gases, higiene bucal, micose da unha, vermes e vias respiratorias.

http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/cravo-da-india.html#.VbrYJl9Viko

Fonte:

Propriedades medicinais: Afridisiaco, anti-séptico, aperiente, bactericida e digestivo, excitante, repelente de insetos, sudorifico, tonico estomaquico e tonico estimulante.

Para que serve o Cravo da Índia

Modo de conservar : As flores são colhidas ainda em botão e devem ser colocadas para secar ao sol por cerca de 4 dias, até adquirirem uma coloração escura. Devem ser acondiconadas em recipientes de vidro ou porcelana.

Colheita: Colhem-se os botões florais na época da floração o que ocorre depois dos 5 anos.

Cultivo: Planta da Ásia, atinge 20 metros de altura quando cultivada não passa dos 5 metros. Cultiva-se em regiões quentes, da Bahia a São Paulo, prefere solos ricos em matéria orgânica, úmidos e bem drenados. As mudas formadas até 1 ano, devem ir para o local definitivo em espaçamento de 8m X 8m.

Começa a produzir máxima depois de 14 anos. Os botões florais devem ser colhidos quando sua coloração passa do verde-pálido para um tom róseo-avermelhado, o que ocorre, geralmente, entre os meses de novembro e fecereiro. Seu aroma quando seco é muito agradável.

O seu cultivo é feito por sementes que caem das árvores e colocadas em caixotes com serragem úmida. A germinação tem início após o oitavo dia e as mudas devem ser colocadas em caixotes ou sacos plásticos com terra vegetal, permanecendo sob ripados por uma ano, após o que deve ser transplantadas. De preferência, o solo deve ser rico em matéria orgânica, úmido e bem drenado, em locais com temperaturas médias anuais acima de 20 C.

O Plantio do Cravo da Índia

No Brasil, o cravo-da-india e cultivado em regiões quentes: O óleo já foi usado como expectorante e antiemético, porem com resultados clínicos inconsistentes. O chá do cravo-da-índia foi usado para aliviar a náusea. O uso do óleo na odontologia como um analgésico e um anti-séptico local e ainda presente na odontologia moderna. O óleo também tem sido usado tipicamente como um contra-irritante.

Finalmente, a França rompeu o monopólio e, no começo do século XIX, a planta já era cultivada em grandes plantações em muitas regiões tropicais.

No século 16, quando chegaram as Ilhas Molucas, os Portugueses imediatamente dominaram as plantações. Esse monopólio fez com que o preço do cravo-da-india no mercado ficasse muito alto. Os holandeses que sucederam aos Portugueses agiram da mesma forma e ganharam o monopólio ao destruir todos os craveiros-da-india, exceto aqueles que cresciam em uma ilha de sua propriedade.

Na China, era então conhecido por "ting hiang" e na dinastia Han (206 a.C. - 220 d.C.) seus frutos foram levados para a corte do imperador por enviados da ilha de Java. Conta-se que os próprios javaneses mantinham um pequeno fruto na boca para melhorar o hálito, antes de ir falar pessoalmente com o imperador.

Historia: Os cravos-da-índia tem uma longa história de uso culinária e medicinal. O nome científico antigo deriva da palavra grega "karyophyllon" que significa "folha-noz". Da China é que vem a primeira indicação do uso do cravo-da-india como condimento, remédio e elemento básico para elaboração de perfumes especiais e incensos aromáticos.

Habitat: Ásia tropical. No Brasil é cultivado nas regiões quentes do sul do Bahia, sombreando os cacaueiros, no litoral norte e interior do estado de são Paulo. Foi trazido para o Brasil pelos Portugueses há 300 anos.

Parte utilizada: Botões florais secos.

O fruto é do tipo baga e de formato alongado, suculentos, vermelhos e comestíveis, aroma forte e penetrante.

As flores são pequenas, branco-amareladas, agrupadas em cachos terminais.

As folhas são semelhantes às do louro, ovais, opostas e de coloração verde brilhante, com numerosas glândulas de óleo visíveis contra a luz.

O cravo-da-índia é uma planta de porte arbóreo, de ciclo perene e que atinge cerca de 12 metros de altura. A copa é bem verde, de formato piramidal.

Descrição : Da familia das Myraceae, também conhecido como craveiro-da-india, cravina-de-tunis, cravo-de-cabecinha e rosa da india.

Planta originária da Ásia, muito usada na culinária como tempero e eromatizante. Os cravos-da-índia que usamos na culinária são, na realidade, os botões florais (ainda não abertos) desta uma árvore.

Usado na elaboração de pomadas para remoção de verrugas. Ainda na forma de pomadas e cremes, alivia a coceira e o inchaço das picadas de inseto. É também utilizado em xampus e loções capilares que limpam e auxiliam o crescimento dos fios.


OE. Cravo

  • Modelo: cravo
  • Disponibilidade: 999
  • R$10,46


Opções disponíveis